É certo que meus colegas, e outras pessoas que lá estiveram, terão impressões diferentes.
Isto porque nossos “olhares” são feitos a partir da realidade que vivenciamos e a partir dos nossos critérios, valores, conceitos e preconceitos.
Tive receio de escrever o blog, porque escrever não é coisa fácil.
Quando o fazemos é sempre segundo o significado que tiveram para nós e quando somos lidos, quem nos lê o faz a partir de seus significados.
“Por isso, às vezes, as mesmas realidades observadas por pessoas diferentes, portadoras de referentes culturais distintos, ganham sentidos diferentes.” (esta frase foi de um colega com o qual troquei mensagens e experiências ao fazer o blog).
Mas achei interessante o desafio e estou feliz de ter feito.
Agradeço a colaboração do colega Eugênio que chamou minha atenção para alguns erros que cometi e que procurei corrigir.
Desta experiência vou guardar uma feliz lembrança dos colegas que comigo fizeram o curso, de todas as pessoas com quem convivi nestes 40 dias e do povo angolano.
Em especial guardarei na lembrança os momentos em que passamos na van indo para o curso, para o hotel, ou para os passeios. Nestes momentos trocamos muitas informações e aprendemos muito. Tudo ao som de “Tem uma lágrima no canto do olho”, do cantor angolano Bonga, ou das músicas de Roberto Carlos (apreciadas por Araújo).
Vou guardar, com muito carinho, em minha lembrança a Esperança, a simpá
tica e esforçada garçonete do restaurante do Hotel que brigou com os pais por ter dado-lhe este nome ao nascer (disse-nos ela que está cansada de ter esperança e nunca ver seus sonhos realizados)
e do nosso motorista Araújo, um exemplo de vida.

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